Preservar os adultos

Texto de opinião publicado no dia 9 de Dezembro de 2016 no jornal "I"



Ténis deve
preservar
os adultos

Por Hugo Ribeiro
(comentador de ténis e de golfe no Eurosport)
 
O ténis atravessa o melhor momento da sua história. Esta semana divulgaram-se os números de 2016 de audiências televisivas, assistências nos torneios, e mediatização. São só recordes.

A coexistência de ídolos empolgantes é única. Terá havido outro período com quatro estrelas a competirem em simultâneo como os membros do “Big Four”, Roger Federer, Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray, aos quais se acrescenta Serena Williams?

Só estes cinco megacampeões somam 68 títulos de singulares do Grand Slam.

Contudo, pertenço àquela geração que viu o ténis globalizar-se com ícones como Bjorn Borg, Guillermo Vilas, Jimmy Connors, John McEnroe.
 
Há uma nostalgia impossível combater e lembrei-me disso quando há dias estive no lançamento da Academia Mike Davis no Clube de Ténis do Estoril, reforçando um relacionamento que vinha da marca portuguesa de roupa patrocinar o Millennium Estoril Open.

A Mike Davis foi criada em 1976 e houve uma altura que todos os craques portugueses eram equipados por ela. a tradição foi recuperada com o apoio ao nº1 nacional João Sousa, um autêntico modelo da sua linha de “sportswear”.


A nova academia é destinada unicamente a adultos e muitos deles são saudosos dessas décadas de 70 e 80.

Se o ténis está a crescer em notoriedade, está igualmente a perder número de praticantes, sobretudo em adultos, que se transferem para o golfe, o padel e outros desportos.

É imperativo criar incentivos aos adultos para que permaneçam na modalidade. Precisa-se de ideias e esta academia poderá ajudar a encontrar algumas respostas.


Ténis de Lázaros e atletas



Texto de opinião publicado no dia 2 de Dezembro de 2016 no jornal "I"

Ténis
de Lázaros
e atletas


Hugo Ribeiro
(comentador de ténis e de golfe no Eurosport)

Nos últimos três anos a Taça Davis foi conquistada por países que nunca tinham sentido o orgulho de ostentarem a mítica “Saladeira” desde que passou a haver Grupo Mundial (a primeira divisão): a Suíça de Roger Federer e Stan Wawrinka em 2014, a Grã-Bretanha dos irmãos Murray em 2015 e a Argentina de Juan Martin Del Potro em 2016.

O sucesso dos alvicelestes comoveu o Mundo do ténis, sobretudo pelo papel primordial e pelas lágrimas de Juan Martin Del Potro, que passou do purgatório das lesões e de quatro intervenções cirúrgicas, do inferno da queda do 4º para o 1045º posto do ranking mundial, para o paraíso da medalha de prata nos Jogos Olímpicos e para a vitória histórica na Taça Davis.

Del Potro & Companhia foram bem-sucedidos onde falharam craques das Pampas como Guillermo Vilas, José Luis Clerc, David Nalbandian e ele próprio em duas das quatro finais que a Argentina tinha perdido anteriormente – um recorde mundial negativo.

É sintomático que tenha sido ao serviço do seu país, no Rio de Janeiro em agosto e em Zagreb no passado fim de semana, que “Delpo” se sublimou, ao ponto de ganhar com um dedo partido. As loas que teceram ao seu enorme coração são merecidas, mas a crítica esqueceu-se em geral de um aspeto importantíssimo – a “Torre de Tandil” foi um monstro de capacidade física.


Nas meias-finais da Taça Davis derrotou Andy Murray em cinco sets, em cinco horas e 11 minutos. Na final inverteu pela primeira vez na sua carreira uma desvantagem de 0-2 para 3-2 em sets, em 4 horas e 53 minutos frente a Marin Cilic.

Nos Jogos Olímpicos esteve mais de 15 horas em campo e superou Novak Djokovic, João Sousa, Taro Daniel, Bautista Agut e Rafa Nadal, antes de ceder frente a Murray. Só a final olímpica durou quatro horas e 2 minutos.

Recordo ainda que, em 2009, quando venceu o seu único Major, levou quatro horas e seis minutos para vergar Roger Federer em cinco sets na final do US Open, recuperando da desvantagem de 1-2 em sets.

No Domingo passado, o ex-campeão do Estoril Open tinha perdido os dois primeiros sets e a 15/15 do primeiro jogo do terceiro set aconteceu o melhor ponto da final da Taça Davis.

Del Potro, de quase dois metros, parecia uma versão de Nishikori a fazer um sprint para chegar a um amortie junto à rede, mas Cilic surpreendeu-o com um lob. O argentino correu para trás, voltou à linha de fundo e, de costas para a rede, bateu a bola entre as pernas e executou um lob perfeito.

Uma pancada que agora é apelidada de tweener, mas que na realidade, é uma homenagem ao maior vulto da história do ténis argentino, Guillermo Vilas, que muitos chamavam de “Willy”. “É uma pancada inventada na Argentina e chamava-se Grand Willy”, disse-me Cláudio Cufre, o treinador argentino há muito radicado em Portugal que dirige o Clube de Campo da Quinta da Moura, juntamente com Emanuel Couto. Outra argentina famosa, Gabriela Sabatini, também era exímia neste “shot”.

Mas voltemos a esse ponto fenomenal de Del Potro, um momento de viragem da final, relançando a Argentina. Só manifesta aquela disponibilidade física, quando já se tinha ultrapassado as duas horas de jogo, num terceiro dia seguido a jogar à melhor de cinco sets, quem é um enorme atleta.

É, aliás, sintomático que os dois tenistas que mais se destacaram na conclusão da época de 2016 tenham realizado proezas de resistência física e mental.

Uma semana antes da final da Taça Davis, Murray venceu o Masters em Londres, tendo jogado mais de 11 horas em cinco encontros disputados em sete dias, todos diante de adversários do top-10 mundial. Só dois desses duelos ultrapassaram bem as três horas.

O antigo nº1 mundial Mats Wilander, agora comentador televisivo, disse há uns dois anos no Eurosport que no ténis atual vingam os super atletas. Mais do que a técnica, a tática e até mesmo o mental, são sobretudo aqueles que combinam na perfeição a rapidez com a resistência que levam a melhor.

O novo paradigma tem vindo a consolidar-se desde as titânicas finais de Nadal e Djokovic em 2011 e 2012, nos Opens dos Estados Unidos e da Austrália, e já chamou a atenção de outros desportistas de elite, não admirando que tantos tenistas sejam frequentemente premiados nos Laureus World Sports Awards.

Ashton Eaton, medalha de ouro do decatlo em Londres e no Rio de Janeiro, considerou que “o ténis é o desporto mais duro, logo depois do decatlo. Apresenta diversas exigências: encontros com a duração de três e até quatro horas, com valências técnicas, agilidade em constante estado de alerta, aliado às questões táticas semelhantes ao xadrez”.

Del Potro e Murray vieram enfatizar o que o antigo nº1 mundial Ivan Lendl (agora treinador do escocês) trouxe ao ténis nos anos 80 do século passado, isto é, a noção de que quando a condição física é à prova de bala, todos os outros setores de jogo exprimem-se melhor e as lacunas, designadamente as mentais, são minimizadas.

Veja-se como José Mourinho, em 2012, depois de assistir à vitória da República Checa na final da Taça Davis, enviou uma mensagem para o balneário do Real Madrid que então treinava, numa altura em que se falava demasiado de um calendário futebolístico carregado: “Quando vejo o (Radek) Stepanek, com 34 anos, a morrer para ganhar três encontros à melhor de cinco sets, em três dias seguidos, jogando pelo seu país, na Taça Davis, como é que dizem que não possível a jogadores de 23, 24 ou 25 anos jogarem numa quarta-feira e depois no sábado seguinte? O desporto também tem muito de cabeça e coração. Quando queres verdadeiramente algo, podes parecer morto mas ressuscitas”.

Juan Martin Del Potro é mesmo um Lázaro do ténis. Em Março de 2015 pedia aos fãs nas redes sociais que rezassem por ele, admitiu esta semana que receou nunca mais competir, mas um ano e meio depois concluiu aquela que ele próprio considerou a sua melhor época de sempre. 

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince.        





O novos nº1 mundiais de 2016

Texto de opinião publicado no dia 25 de Novembro de 2016 no jornal "I"


Kerber
e Murray
novos nº1

Hugo Ribeiro
(comentador de ténis e de golfe no Eurosport)

Falta apenas a final da Taça Davis, de hoje a Domingo, entre a Croácia, a jogar em casa, e a Argentina, para que chegue ao fim a temporada de 2016 do ténis mundial ao mais alto nível.

Temos dois novos nº1 mundiais num final de época: a alemã Angelique Kerber no circuito WTA e o escocês Andy Murray no ATP World Tour.

O feito de ambos é notável por terem destronado dois supercampeões, apostados em tornarem-se nos melhores tenistas de todos os tempos, a norte-americana Serena Williams e o sérvio Novak Djokovic, cujo domínio avassalador parecia só poder ser travado por lesões algo semelhante.
Serena apoderou-se em Wimbledon do 22º título do Grand Slam da sua carreira, igualou o total de Steffi Graf e na história do ténis só tem os 24 de Margaret Court à sua frente.

A norte-americana pode não ter jogado ao seu melhor nível e as lesões não ajudaram, mas nem por isso deixou também de ser finalista no Open da Austrália e em Roland Garros, fechando o ano como nº2 mundial.

Se Serena atingiu a final de três Majors, ganhando um, Djoko também disputou a final de três dos quatro torneios do Grand Slam, ganhou dois, deu-se ao luxo de fazer história ao somar um sexto troféu no Open da Austrália e ao completar o Grand Slam de carreira com o sucesso em Roland Garros. Também ele encerrou 2016 como nº2 mundial, detendo agora 12 troféus de Majors.

Kerber e Murray não receberam o nº1 de bandeja. Mereceram-nos ao mostrarem-se superiores a dois enormes campeões. Em breve analisarei as épocas de ambos.

PORTUGAL OPEN: Thomas Berdych tem WC



NOTA AOS MEDIA

- TOMAS BERDYCH recebe último wild card de João Lagos para o quadro principal masculino
- Número 6 do ATP World Tour será primeiro cabeça-de-série, seguido de MILOS RAONIC (9º ATP)
- RUI MACHADO e GASTÃO ELIAS fecham lote de convidados nos homens
- MARIA JOÃO KOEHLER a solo no quadro individual feminino
- Sorteio dos Quadros Principais este sábado, dia 26 de Abril, no Sponsors Village, com transmissão em directo na RTP 2
- Encontros do Qualifying com início às 10 horas de amanhã

PORTUGUESES NA FASE DE QUALIFICAÇÃO
- Homens: Duarte Vale (WC), Felipe Cunha-Silva (WC), José Ricardo Nunes, João Domingues, André Gaspar Murta, Gonçalo Falcão, Gonçalo Pereira (WC), Eduardo Lameiras (WC), Frederico Gil, Frederico Silva, Romain Barbosa, Henrique Sousa e Vasco Mensurado
- Senhoras: Rita Vilaça (WC), Maria Palhoto (WC), Cláudia Gaspar (WC), Inês Murta (WC) e Bárbara Luz (WC)

Em anexo:
- Quadro Qualifying Individual Masculino
- Quadro Qualifying Individual Feminino
- Ordem de Encontros Sábado, 26 Abril 2014
- Listas actualizadas ATP World Tour e WTA Tour.

Melhores cumprimentos,

Pedro Quadros Carvalho
Assessor de Imprensa/Press Officer

WTA tem novo parceiro - Vixlet



WOMEN’S TENNIS ASSOCIATION PARTNERS WITH VIXLET TECHNOLOGY PLATFORM
 
ST. PETERSBURG, FL, USA – The Women's Tennis Association (WTA) today announced a strategic partnership with Vixlet, the leading edge technology platform that allows fans to socially connect with players, tournaments and other passionate fans worldwide. The WTA will be the first international sports league on Vixlet's platform.
 
"Vixlet's innovative technology and state-of-the-art platform aligns perfectly with our strategic goal to continue to grow our international fan base," said WTA Chairman and CEO, Stacey Allaster. "The partnership with Vixlet will support stronger fan engagement and provide a natural extension to our existing digital properties to help share exciting stories through our social channels."
 
"The WTA is a global leader in sports entertainment and we are excited to develop this relationship, introducing Vixlet to both casual and avid tennis fans around world," said Vixlet CEO Lisa Gopala.
 
"The WTA will utilize leading-edge features of Vixlet built around its key assets including, players and tournaments, for a best in class fan engagement experience” said Vixlet Chairman Krishna Gopala.
 
Vixlet helps sports leagues and brands shape the relationship between players and fans, with the opportunity to monetize content, increase sponsorship and advertising opportunities, and launch global interactive marketing campaigns. The platform will be unveiled later this year through an integrated web and mobile app with support for multiple languages, including English and Chinese. 
 
At the end of 2013 the WTA defined a new vision, "To be the most inspirational and exciting sports entertainment experience on earth." The introduction of the Vixlet partnership will allow fans to access exclusive content; receive personalized event information; and utilize social features, promotional messaging and rewards, in an effort to unite, engage and showcase the international WTA community.
 
MEDIA CONTACT:
Kevin Fischer, WTA, kfischer@wtatennis.com, +1.727.502.1259
 

The WTA is the global leader in women’s professional sport with more than 2,500 players representing 92 nations competing for a record $118 million in prize money at the WTA’s 54 events and four Grand Slams in 33 countries. Close to 5.4 million people attended women’s tennis events in 2013 with millions more watching on television and digital channels around the world. The 2014 WTA competitive season concludes with the BNP Paribas WTA Championships Singapore presented by SC Global, from October 17-26, 2014 and the Garanti Koza Tournament of Champions in Sofia, Bulgaria, from October 28-November 2, 2014. Further information on the WTA can be found at  www.wtatennis.com; facebook.com/WTA and twitter.com/WTA.

PORTUGAL OPEN: Stanislas Wawrinka vem ao Jamor mas não joga


WAWRINKA FALHA DEFESA DO TÍTULO 
MAS VEM AO JAMOR NA PRÓXIMA SEMANA

A poucas horas do início do 25º Portugal OpenStanislas Wawrinka, anunciou oficialmente a sua desistência do torneio que conquistou em 2013, alegando como justificação o cansaço físico decorrente da sua recente participação no ATP World Tour Masters 1000 de Monte Carlo.

Após a sua vitória no Principado do Mónaco, a primeira em provas de categoria Masters 1000 – e conseguida às custas do compatriota Roger Federer, derrotado pelo número três mundial na final -, Wawrinka contactou o director do Portugal OpenJoão Lagos, dando-lhe a notícia de que, infelizmente, não iria defender o título de campeão do Jamor.

“Não foi, de facto, um telefonema que gostasse de receber, mas acabou por não ser uma surpresa total. Enquanto assistia à final de Monte Carlo, na qual o Stanislas Wawrinka voltou a provar que é, actualmente, o melhor jogador do mundo, o meu subconsciente e experiência alertavam-me para a possibilidade de algo semelhante acontecer. E de facto, assim aconteceu”, começa por lembrar João Lagos.

“Sendo totalmente franco, partilhou comigo todos os seus receios e explicou-me a situação. Perante o cenário com que me vi confrontado, acabei por não ter argumentos que o convencessem a vir defender o título conquistado há um ano em Oeiras, e ao mesmo tempo agradeci a honestidade e transparência com que contactou, apesar de ter perdido o cabeça-de-cartaz para uma edição tão especial do Open.

Já Wawrinka, na hora do anúncio oficial, recordou memórias de 2013: “o meu título em Oeiras foi um momento muito importante na minha carreira e não me esqueço dos bons momentos que vivi em Portugal. Infelizmente não poderei jogar este ano. Com as vitórias no Open da Austrália, e mais recentemente em Monte Carlo, encontro-me a viver uma nova realidade, que tem exigido muita atenção e disponibilidade da minha parte. Depois de falar com a minha equipa, acabámos por decidir que o melhor para mim seria não jogar este ano. Mas isso não quer dizer que não volte a jogar nos courts de Oeiras num futuro próximo”.

E de facto, não vem para jogar, mas Stanislas Wawrinka estará no Jamor na próxima quinta-feira, dia 1 de Maio, numa visita de cortesia para com João Lagos e todos os fãs portugueses que granjeou ao longo dos últimos anos, e que tanto contribuíram para que o se tornasse num dos torneios mais especiais na carreira do tenista suíço.

Melhores cumprimentos,

Pedro Quadros Carvalho
Assessor de Imprensa/Press Officer

PORTUGAL OPEN: Bouchard confirmada

FREDERICO GIL E EUGENIE BOUCHARD
RECEBEM CONVITES PARA O PORTUGAL OPEN

Listas de inscritos actualizadas em anexo

Na véspera do encerramento das inscrições para as fases de qualificação do Portugal Open, o director do torneio, João Lagos, anuncia esta quinta-feira a atribuição de dois wild cards para as Bodas de Prata do único torneio português integrado nos calendários ATP World Tour e WTA Tour.

Vice-campeão do Portugal Open em 2010, Frederico Gil foi um dos primeiros de muitos portugueses a formular o seu pedido de wild card para jogar o qualifying este ano no Jamor. E João Lagos nem hesitou. “O Frederico será um jogador que ficará para sempre na história do Open, pelo percurso que conseguiu construir por mérito próprio ao longo das oito participações que já teve no Jamor. A final de há quatro anos, e a forma como chegou até à mesma, marcaram um dos momentos mais vibrantes que alguma vez se viveram desde 1990. A atribuição deste convite, mais não é do que o reconhecimento por tudo o que fez em prol do Open, esperando que sirva também de precioso tónico para recuperar em definitivo a sua melhor forma”.



Actualmente com 29 anos, e a encetar um regresso contínuo à competição – ocupando esta semana o 936º posto do ranking individual do ATP World Tour (foi 62º, faz amanhã precisamente três anos) –, Frederico Gil apresenta um registo positivo nos courts de terra batida do Jamor, com 10 triunfos individuais para sete desaires. E está pronto voltar às vitórias num torneio que lhe é tão especial.

“Em primeiro lugar fico muito agradecido pelo convite e a consequente oportunidade para mais uma vez jogar num torneio que é tão especial. Não só para mim, como acredito que para todos os portugueses”, destaca Gil“Estou pronto para dar o meu melhor, sinto-me preparado e motivado para jogar bem nesta nova fase que estou a viver na minha carreira”.

Com a atribuição do convite a Frederico GilJoão Lagos tem ainda disponíveis outros três wild cards para a fase de qualificação masculina, cujo período de inscrição presencial no Jamor, decorrerá esta sexta-feira, entre as 19h e as 21h. Também as senhoras veem o seu qualifying ser “arrumado” amanhã, sendo possíveis inscrições também no recinto do torneio, entre as 13h e as 16h – com quatro convites ainda por entregar.


EUGENIE BOUCHARD CHEGOU HOJE A LISBOA
No alinhamento do quadro principal de senhoras, cujo sorteio se realiza no sábado, pelas 15 horas, no Sponsors Village, também o dia de hoje foi aproveitado para oficializar mais duas participantes na histórica edição do Portugal Open.

Cotada esta semana como número 18 mundial, Eugenie Bouchard cedo demonstrou o seu interesse em jogar no Portugal Open, entusiasmando de imediato a comunidade tenística portuguesa nas redes sociais com a possibilidade de verem ao vivo e a cores um dos fenómenos actuais do WTA TourJoão Lagos não quis de imediato desfazer a surpresa, até porque outras jogadoras de renome mostraram também a intenção de actuar no Jamor, mas acabou por aceder ao pedido da jovem canadiana de 20 anos que hoje aterrou no Aeroporto de Lisboa.


“Num quadro já de si fortíssimo, poder contar com uma das jogadoras mais promissoras do circuito, só vem confirmar os pergaminhos que temos vindo a conquistar no seio do WTA Tour.  É por isso para mim um enorme prazer poder dar a oportunidade ao público português de ficar a conhecer uma jovem que dentro de muito pouco tempo pode vir a dominar o ténis feminino. Para lá do ténis poderoso, tem uma mentalidade de campeã”, lembra João Lagos, aludindo às recentes declarações públicas de “Genie” Bouchard, nas quais confessou querer ter uma carreira de 10 anos sempre no topo, ao invés de uma carreira de 10 com altos e baixos.

Também para jogar o quadro principal feminino do Portugal Open, João Lagos “convidou” a tunisina Ons Jabeur – actual número 140 do ranking individual do WTA Tour. Ao abrigo de um protocolo celebrado com a Federação de Ténis da Tunísia, a jovem de 19 anos, campeã de seis torneios ITF, actuará no Jamor pela primeira vez, possibilitando assim a presença de um tenista português no quadro principal do ATP Challenger Tunis 125.000 dólares (na semana de 28 de Abril), bem como a de uma atleta nacional no quadro principal do ITF Tunis 25.000 dólares (na semana de 5 de Maio).


Melhores cumprimentos,

Pedro Quadros CarvalhoAssessor de Imprensa/Press Officer




Portugal Open celebra mesmo Bodas de Prata



“HABEMUS OPEN”

Estão desfeitas todas as dúvidas! O Open de Portugal em ténis vai mesmo celebrar as suas Bodas de Prata, com a 25ª edição do único torneio integrado nos circuitos ATP World Tour e WTA Tour a realizar-se entre os dias 26 de Abril e 4 de Maio no Complexo de Ténis do Jamor.

Nos próximos dias, a Lagos Sports colocará os bilhetes à venda nos locais habituais esperando-se, mais do que nunca, a mobilização de todos os amantes da modalidade e não só, para com um dos maiores eventos desportivos que o País acolhe ininterruptamente desde 1990 – e com o qual tem beneficiado de forma indelével no que respeita à sua promoção internacional. 
João Lagos, em 2002, em Vale do Lobo,
foto de Luís Ribeiro Soares
“Com as dificuldades sobejamente conhecidas, só posso considerar um milagre o anúncio de que o Open vai mesmo celebrar os seus 25 anos – os mesmos de vida do circuito ATP World Tour, do qual sou membro fundador. Junto com isso, o Ténis português terá também a ocasião de celebrar no maior palco da sua modalidade, a consagração de João Sousa como jogador do Top 50, um prémio para todos aqueles que acreditam no nosso Open”, refere João Lagos, lançando de imediato um repto.

“Lugar agora aos fãs, amigos do Ténis e do Desporto, mas sobretudo aos verdadeiros Patriotas, que prezam pela manutenção deste nosso tão valioso e indiscutível activo – o Open de Ténis. Será com a sua presença em massa no Jamor, trazendo a Família e os Amigos, que faremos desta, mais uma edição inolvidável do Open”, desafia o director do torneio.

Reunidas as condições para o arranque da complexa operação logística que desde 1990 é obrigatório operar no Jamor, a grande incógnita, a ser desfeita eventualmente no decorrer das sete a oito semanas que antecedem a realização do Open, passará pela cedência do naming “Portugal” a uma marca de prestígio e preferencialmente nacional.
João Sousa confirma presença e pela primeira vez
teremos um português top-50 mundial no
Estoril Open / Portugal Open

“É um cenário ao qual sempre me opus, por via do meu patriotismo que continuará intocável, e para o qual recebi inúmeras propostas tentadoras desde a primeira edição do Open, mas que agora pondero recuperar. É um activo que não mais pode ser desprezado como tem sido até hoje, esbanjando dados incontornáveis de exposição mediática assentes em cerca de 500 horas de televisão internacional chegando a perto de 400 milhões de lares”.
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Pedro Quadros Carvalho
Assessor de Imprensa
Press Officer

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